E o segundo semestre de 2018 foi ainda mais gratificante!!

Primeiro semestre de 2018 de muuuuito trabalho!!!! Mas essas são só algumas imagens…rsrsrs

E o Natal no Studio M Gonzales, foi cheio de sonhos e beleza!!! Assista o vídeo através do link abaixo.

Natal Studio M Gonzales

Não importa qual Smash é….nossos bebês aqui fazem a festa!!!

Natal 2016 cheio de fofurinhas no Studio M Gonzales!!!

Fevereiro e Março super movimentado, tendo a Páscoa como destaque em nosso Studio!!!

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Parto Prematuro – Prevenção e Acompanhamento

O setor de ginecologia e obstetrícia do Hospital Universitário (HU), em parceria com a equipe de tocoginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP), está recrutando gestantes para o projeto P5 de prevenção de partos prematuros. As mulheres que estiverem entre 18 e 22 semanas de gestação podem se inscrever diretamente na recepção do HU.

O estudo, que pretende rastrear mulheres sob risco de apresentar trabalho de parto prematuro, tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade de medir o colo do útero por ultrassom entre 18 e 22 semanas de gestação.

As mulheres com colo curto, abaixo de 30 milímetros, receberão medicamento específico e, se necessário, receberão o pessário vaginal – anel de silicone usado para fechar o colo do útero, que funcionará como nova medida na prevenção de prematuridade a ser testada pelo estudo P5.

Segundo a ginecologista e obstetra Stéphanno Sarmento, a prematuridade espontânea é a principal causa de internação em UTI neonatal. Em torno de 12% das gestações terminam em parto antes do tempo correto. Em 2013, Jundiaí registrou 1.207 partos prematuros.

“A detecção de forma precoce, com uma consulta especializada e a ultrassonografia do colo do útero, resulta em um tratamento mais precoce o que aumenta a chance da gravidez chegar até a data correta, com menos riscos para a mãe e o bebê,” explica.

O Hospital Universitário fica na Praça Rotatória, no Jardim Messina. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4527-5700.

Fonte: Globo.com

Teste do Pezinho é essencial no diagnóstico de fibrose cística

O Teste do Pezinho deve ser feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento da criança. O exame é simples, realizado com a coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do recém-nascido – daí o nome. A Portaria nº 822 de 2001, do Ministério da Saúde, instituiu, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), que obriga hospitais públicos e particulares a realizarem o exame.

A Fibrose Cística é uma doença genética que não tem cura. Ela se manifesta, principalmente, no aparelho respiratório e no pâncreas. O tratamento é realizado com uma equipe composta por profissionais de saúde de várias especialidades, como médicos (geralmente pneumologista e gastroenterologista), enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas.

Desde de 2008, o Hospital Universitário Professor Edgar Santos (Complexo HUPES), em Salvador (BA), conta com o Ambulatório Multidisciplinar de Fibrose Cística. Segundo a coordenadora do ambulatório, a professora Edna Lúcia Souza, é importante conscientizar os profissionais de saúde sobre a doença para que eles saibam dar os devidos encaminhamentos no caso de suspeita de Fibrose Cística. “Caso o resultado do Teste do Pezinho dê alguma alteração, é preciso repetir o exame até o 30º dia de nascimento da criança”, explicou a professora.

Embora o PNTN esteja instituído desde 2001, alguns estados demoraram a implementar a realização dos exames. Na Bahia, por exemplo, só em 2013 foi iniciada a triagem neonatal para Fibrose Cística. Com isso, segundo o pneumologista Antonio Carlos Moreira Lemos, do Complexo Hupes, “a Fibrose Císitica tem sido diagnosticada na idade adulta, apesar dos pacientes desenvolverem os sintomas desde a infância”. Por isso, há uma preocupação maior em identificar pacientes com este quadro que nasceram antes daquele ano.

fibrose cistica
fibrose cistica, por adriana.franzin

No caso de crianças que não fizeram o Teste do Pezinho, as alternativas para o diagnóstico da Fibrose Cística são o Teste do Suor e o Teste Genético. As manifestações clínicas são variáveis, por isso a correta identificação da doença é fundamental para iniciar o tratamento. “É importante conscientizar a sociedade sobre a Fibrose Cística e investir no tratamento para reduzir os casos de internação”, disse a professora Edna Lúcia.

Por Blog da Saúde

Ganhou nossos corações com tanta lindeza e graciosidade. Lívia foi a ganhadora no sorteio de um book em nosso studio da RiHappy Baby Shopping Piracicaba. Copyright © 2015 – Todos os direitos reservados à M Gonzales

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