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Parto Prematuro – Prevenção e Acompanhamento

O setor de ginecologia e obstetrícia do Hospital Universitário (HU), em parceria com a equipe de tocoginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP), está recrutando gestantes para o projeto P5 de prevenção de partos prematuros. As mulheres que estiverem entre 18 e 22 semanas de gestação podem se inscrever diretamente na recepção do HU.

O estudo, que pretende rastrear mulheres sob risco de apresentar trabalho de parto prematuro, tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade de medir o colo do útero por ultrassom entre 18 e 22 semanas de gestação.

As mulheres com colo curto, abaixo de 30 milímetros, receberão medicamento específico e, se necessário, receberão o pessário vaginal – anel de silicone usado para fechar o colo do útero, que funcionará como nova medida na prevenção de prematuridade a ser testada pelo estudo P5.

Segundo a ginecologista e obstetra Stéphanno Sarmento, a prematuridade espontânea é a principal causa de internação em UTI neonatal. Em torno de 12% das gestações terminam em parto antes do tempo correto. Em 2013, Jundiaí registrou 1.207 partos prematuros.

“A detecção de forma precoce, com uma consulta especializada e a ultrassonografia do colo do útero, resulta em um tratamento mais precoce o que aumenta a chance da gravidez chegar até a data correta, com menos riscos para a mãe e o bebê,” explica.

O Hospital Universitário fica na Praça Rotatória, no Jardim Messina. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4527-5700.

Fonte: Globo.com

Teste do Pezinho é essencial no diagnóstico de fibrose cística

O Teste do Pezinho deve ser feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento da criança. O exame é simples, realizado com a coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do recém-nascido – daí o nome. A Portaria nº 822 de 2001, do Ministério da Saúde, instituiu, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), que obriga hospitais públicos e particulares a realizarem o exame.

A Fibrose Cística é uma doença genética que não tem cura. Ela se manifesta, principalmente, no aparelho respiratório e no pâncreas. O tratamento é realizado com uma equipe composta por profissionais de saúde de várias especialidades, como médicos (geralmente pneumologista e gastroenterologista), enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas.

Desde de 2008, o Hospital Universitário Professor Edgar Santos (Complexo HUPES), em Salvador (BA), conta com o Ambulatório Multidisciplinar de Fibrose Cística. Segundo a coordenadora do ambulatório, a professora Edna Lúcia Souza, é importante conscientizar os profissionais de saúde sobre a doença para que eles saibam dar os devidos encaminhamentos no caso de suspeita de Fibrose Cística. “Caso o resultado do Teste do Pezinho dê alguma alteração, é preciso repetir o exame até o 30º dia de nascimento da criança”, explicou a professora.

Embora o PNTN esteja instituído desde 2001, alguns estados demoraram a implementar a realização dos exames. Na Bahia, por exemplo, só em 2013 foi iniciada a triagem neonatal para Fibrose Cística. Com isso, segundo o pneumologista Antonio Carlos Moreira Lemos, do Complexo Hupes, “a Fibrose Císitica tem sido diagnosticada na idade adulta, apesar dos pacientes desenvolverem os sintomas desde a infância”. Por isso, há uma preocupação maior em identificar pacientes com este quadro que nasceram antes daquele ano.

fibrose cistica
fibrose cistica, por adriana.franzin

No caso de crianças que não fizeram o Teste do Pezinho, as alternativas para o diagnóstico da Fibrose Cística são o Teste do Suor e o Teste Genético. As manifestações clínicas são variáveis, por isso a correta identificação da doença é fundamental para iniciar o tratamento. “É importante conscientizar a sociedade sobre a Fibrose Cística e investir no tratamento para reduzir os casos de internação”, disse a professora Edna Lúcia.

Por Blog da Saúde

Importantíssimo!!!!!

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O vínculo com seu bebê começa antes mesmo de ele sair da barriga

A conexão entre a mãe e a criança pode fazer a diferença na hora do parto (e a vida toda!). Saiba o que você pode fazer desde já

Por Naíma Saleh

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Durante a gravidez, à medida que o bebê se desenvolve dentro de você, seu corpo inteiro muda. Mas os nove meses de gestação não servem apenas para dar tempo ao seu filho de crescer, ganhar peso e, assim, nascer saudável. Esse período também é uma chance de a mãe e a família se prepararem para a chegada de mais um integrante, assumirem novos papéis e, é claro, se conectarem a esse ser. “O vínculo é um processo sutil, que proporciona uma troca profunda, muito além da transmissão de nutrientes entre mãe e bebê”, explica Anna Maria Chiesa, professora do Departamento de Enfermagem em Saúde Coletiva da USP. Ao contrário do que se pensa, essa conexão tão especial entre mãe e filho não é natural e, sim, algo a ser construído e desenvolvido diariamente. “Trata-se de um ato social: a mãe se associa ao bebê colocando-o como um integrante do núcleo familiar”, explica a psicóloga Patrícia Bader, do Hospital São Luiz (SP).

É claro que a natureza dá uma ajudinha. Um estudo realizado por cientistas da Royal Holloway, universidade de Londres, constatou que mulheres grávidas tendem a usar mais o lado direito do cérebro, que corresponde ao controle das emoções. Para chegar a essa conclusão, foi realizado um teste com 19 gestantes no terceiro trimestre de gravidez e 20 novas mães que tinham dado à luz há cerca de 20 semanas. Ao mostrar a elas imagens de rostos em que metade da face tinha uma expressão neutra e a outra, uma emotiva, os pesquisadores verificaram qual dos dois lados do cérebro era mais ativado.

“Os resultados sugerem que, durante a gravidez, as mudanças na maneira como o órgão processa as emoções faciais assegura que as mães estejam neurologicamente preparadas para se vincularem ao bebê no nascimento”, explicou a líder da pesquisa, Victoria Bourne, do Departamento de Psicologia. É como se essas mulheres ficassem mais sensibilizadas pelo contato com expressões faciais. Desse modo, ver o rosto do bebê pela primeira vez – o que já é uma emoção e tanto! – geraria impacto ainda maior e estimularia a ligação a ele.

Diversas pesquisas já constataram também que ao ouvirem a voz da mãe, os recém-nascidos tendem a se acalmar: se movimentam menos e o ritmo cardíaco declina sensivelmente. Um estudo da Vanderbilt University de 2013 mostrou até que a voz materna pode ajudar prematuros a se alimentarem melhor. Em um experimento com 94 bebês, cientistas verificaram que esse som funcionava como uma espécie de recompensa para aqueles que estavam sugando a chupeta de modo correto (aprendendo, portanto, a se alimentarem sozinhos). “Estimulados pela voz materna, esses prematuros eram retirados dos tubos de oxigênio em menos tempo, reduziam sua estadia no hospital e ficavam menos estressados”, comenta uma das pesquisadoras do estudo Nathalie Maitre, Ph.D da Vanderbilt University, nos Estados Unidos. Tudo o que ocorre no corpo da mãe é captado pelo bebê. E não se trata apenas de fenômenos físicos, como sons, temperatura e luminosidade. Sentimentos de alegria e tristeza, euforia e raiva, calma e nervosismo influenciam diretamente o feto.

Vínculo extraútero

Pesquisas já constataram que altos níveis de estresse nas mães podem influenciar negativamente o bebê durante os primeiros meses de vida. Estudos recentes mostram que esses malefícios podem ser transmitidos já durante a vida uterina. Quando o nível de cortisol, hormônio associado ao estresse, está alto na corrente sanguínea da mãe, também é encontrado em maiores quantidades no líquido amniótico. Há pesquisas, inclusive, que associam essa experiência vivida pelo bebê no período intrauterino à maior disposição para desenvolver Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e também a níveis mais baixos de QI no futuro.

As consequências da vivência intrauterina turbulenta podem aparecer logo após o nascimento. “Uma gestação tensa gera crianças que choram mais, têm mais cólicas, fazem mais birra, ao passo que a gravidez tranquila se traduz em bebês mais serenos. Para os médicos, isso fica evidente na vivência clínica”, conta o pediatra Alessandro Danesi, do Hospital Sírio-Libanês (SP). Isso não quer dizer que, se você engravidou de surpresa, traumatizou seu bebê. O feto entra em contato com as suas emoções continuamente durante a gestação: um susto em algum momento não coloca tudo a perder.

Já gestações de risco, com complicações que acarretaram alto grau de estresse prolongado, podem trazer impactos negativos. “O que sabemos é que existem ambientes intrauterinos positivos e negativos. Quando o bebê se vê em um meio ruim, se sente inseguro”, explica Anna. Caminhar, meditar e praticar ioga são atividades recomendadas por especialistas para ajudar as futuras mães a se manterem mais serenas. Se você passar por um momento tenso no trabalho, como uma reunião ou uma discussão com alguém, corte o nervosismo pela raiz. Levante-se, vá tomar uma água, caminhe pelo corredor: nada é mais importante do que o seu bem-estar e o do seu bebê.

Ligações de primeiro grau

Fazer carinho na barriga, além de conversar (muito) com o bebê são maneiras simples e eficazes de construir essa relação com seu filho e levá-lo a sentir que é amado e bem-vindo. “Note como ele se move de um lado para outro e perceba seu tamanho”, aconselha a terapeuta comportamental e coaching Ramy Arany, fundadora do Instituto KVT Feminino (SP), que visa cuidar da mulher de forma plena.

Para que essa interação funcione, é preciso separar alguns momentos do dia para se desconectar do mundo, esquecer-se dos problemas e se dedicar exclusivamente à gestação. Vale estabelecer uma rotina com o bebê, sobretudo a partir do terceiro trimestre. Uma dica: ao se levantar, coloque uma música calma e massageie a barriga. Tente manter o hábito após o nascimento, garantindo ao seu filho a continuidade do carinho. “Para o recém-nascido, o mundo é um lugar hostil e, por isso, ele relaxa cada vez que tem contato com alguma sensação familiar do intraútero”, explica Anna.

Médicos sugerem ainda que, principalmente a partir do terceiro trimestre, quando o feto já tem a audição mais desenvolvida, as mães intensifiquem os diálogos com ele. No entanto, você não precisa esperar até que seu bebê seja capaz de ouvir de fato para fazer começar a conversa. Essa é uma maneira de mostrar a ele que você o considera um ser único: com vontades, desejos e personalidade. Quando ele se mexe na sua barriga, você pode dizer: “Nossa, como você tá agitado hoje! Quer sair daqui logo, né?”. Isso ajuda no processo de construção da identidade, porque é uma fala que reconhece nele uma intenção, uma vontade, ainda que seja fictícia. “As atribuições de competências, sentidos e intenções a um ser que ainda está no imaginário favorecem o vínculo porque reconhecem o bebê como um sujeito”, recomenda Patrícia.

Como a concepção do vínculo também implica na inclusão do bebê no grupo familiar, como um membro, é importante estabelecer pontos de identificação entre seu filho e os demais componentes da família durante o seu discurso. Referir-se à criança que vai chegar com observações como: “Olha, ela chuta forte como o irmão, também vai jogar futebol”, pode ajudar os demais parentes a começarem a se identificar com o bebê. Além de, é claro, deixar avós, tios, primos e outras pessoas se envolverem nos preparativos para a chegada do novo integrante: desde o chá de bebê até alguns detalhes da decoração do quarto. Assim, todos vão se sentir importantes no processo.

Benefícios da conexão

“Eu nem conheço meus netos ainda, mas já me sinto tão avó deles”, disse uma senhora à psicóloga Patrícia, ainda na maternidade. É justamente esse o efeito do vínculo: sentir uma ligação, desenvolver o afeto e assumir o seu papel em relação ao novo membro da família. Ela se sentia nessa função por ter participado ativamente da gestação: acompanhou a futura mãe nos exames do pré-natal, ajudou a escolher o enxoval, participou da montagem do quarto. Ela já havia construído uma relação com os netos muito antes de nascerem, mesmo sem estarem em sua barriga – assim como acontece com os pais.

Para a mãe, o fato de se sentir já vinculada à criança pode ajudar – e muito – até na hora do parto. A mulher fica atenta aos sinais do próprio corpo, percebe quando o bebê muda de posição e encaixa, fica atenta às contrações. “Quando ela se prepara para esse momento, estimula o bebê para entrar em alinhamento ao seu corpo. Assim, ambos trabalham em sincronia para o nascimento”, explica Ramy.

Nos primeiros meses de vida, essa ligação sólida com a mãe facilita os cuidados iniciais. “Quando o bebê sai do útero, precisa agir ativamente: tem de respirar, mamar, chorar… é mais fácil você reconhecer o que o seu filho está querendo quando já estabeleceu esse vínculo”, explica Patrícia. Sabe quando você sente que entende exatamente o que ele quer, do que ele precisa, por que ele está chorando? Pois acredite: você sabe mesmo!

“Epidemia” de Cesáreas – Por que tantas mulheres optam pela cirurgia?

Para alguns pais, o nascimento é um evento único e merece ser registrado com a máxima tecnologia

Entraram em vigor no Brasil, recentemente, as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para estimular a realização do parto normal na rede de saúde particular e conscientizar gestantes sobre os riscos representados pela cesariana. Agora, gestantes precisarão assinar um termo de consentimento sobre os perigos da cirurgia para que o plano de saúde cubra seus custos. Por sua vez, seguradoras terão de informar a taxa de cesáreas e de partos normais dos médicos e hospitais quando solicitadas pelo cliente.
As medidas buscam fazer com que médicos tenham um papel mais ativo para informar mães sobre os benefícios e prejuízos da cesariana na hora da tomada de decisão sobre o tipo de parto. E, assim, combater a chamada “epidemia de cesáreas” no Brasil, país líder em partos realizados por meio de cirurgia no mundo. Atualmente, mais da metade dos bebês brasileiros nascem desta forma – um índice que chega a 84,6% na rede particular -, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão recomenda que a taxa fique entre 10% e 15% dos partos.
A cirurgia é cada vez mais simples e segura e pode ser necessária para salvar gestante e bebê quando é identificado riscos na realização do parto normal. Mas a cirurgia ainda implica em perigos, e o número de cesarianas feitas por opção da mãe, sem recomendação médica, vem aumentando – um problema que não é exclusivo do Brasil.
Hoje, a cesariana é a cirurgia mais comumente realizada em todo o mundo. “Com 35 anos de experiência, vi o número de cesarianas crescer de forma significativa nos últimos 10 anos. Precisamos estar atentos a isso, para garantir que ela seja realizada em mulheres que precisam da cirurgia, mas que não haja um abuso”, diz Marleen Temmerman, diretora do departamento de saúde reprodutiva da OMS.
DEBATE
Desde que o órgão estabeleceu os níveis considerados aceitáveis para cesarianas, em 1985, o número de cesarianas eletivas passou a ser motivo de debate acalorado. Estudos mostraram que, quando a cesáreas são cerca de 10% do total de partos de um país, a taxa de mortalidade entre recém-nascidos e suas mães cai, porque isso significa que mais mulheres têm acesso a esta operação que pode salvar suas vidas.
Mas não há evidências de que a mortalidade seja reduzida ainda mais quando o índice ultrapassa 15%, como ocorre em muitos países. O Brasil e a República Dominicana lideram o ranking de cesáreas no mundo, com 56% dos partos ocorrendo por meio de cirurgia. Depois, vêm Egito (51,8%), Turquia (47,5%) e Itália (38,1%). México, Irã e Estados Unidos também registram mais nascimentos por cesárea que o recomendado.
A China não está no topo da lista – só 25% dos nascimentos são cesarianas -, mas 32% destes partos não têm justificativa médica, o que o torna o país com o maior número de procedimentos deste tipo feitos de forma desnecessária. Mas como a cesariana tornou-se o padrão em vez da exceção em tantos países pelo mundo?
RAZÕES CULTURAIS
As razões variam de acordo com cada nacionalidade, mas em sua grande maioria têm a ver com práticas culturais. No caso brasileiro, por exemplo, especialistas apontam que, antes de ser regulamentada nos anos 1990, a cesárea era vista como um procedimento “dois em um”, porque permite realizar também a esterilização da mulher, tornando-se uma opção para aquelas que não queriam mais ter filhos. Hoje, a opção por este tipo de parto se dá por ser mais conveniente para os médicos, que podem se programar para a cirurgia em vez de receber uma ligação inesperada no meio da noite e ter de passar horas acompanhando o trabalho de parto.
Da mesma forma, um mesmo médico pode realizar várias cesarianas em um mesmo dia, o que as torna mais lucrativas que o parto normal. “A mensagem enviada pela comunidade médica é que a cesariana é uma forma de parto mais moderna e higiênica, enquanto o parto normal é feio, primitivo e sujo”, diz Simone Diniz, do departamento de saúde pública da Universidade de São Paulo (USP).
Diniz acredita que muitas mulheres sentem-se pressionadas para optar pela cirurgia por seus médicos e enfermeiras, criando uma “máquina de fazer dinheiro” na indústria em torno dos partos. O mesmo ocorre em outros países no topo do ranking da OMS.
‘MEDO DA DOR’
Na Itália, por exemplo, uma pesquisa revelou que as cesáreas eram escolhidos por “medo da dor” do parto normal e porque são vistas como “menos traumáticas”, por envolver menos sangramento e menos riscos para o recém-nascido. Assim, torna-se uma questão de preferência pessoal, que gera uma sensação de empoderamento da mulher gestante. O estudo, publicado no periódico científico BMC Pregnancy and Childbirth, em 2013, também revelou que 33% das mulheres consultadas optariam pela cirurgia por causa da ausência da anestesia peridural para o parto normal. “É uma questão de política de saúde pública”, diz Ana Pilar Betran, médica da OMS que estudou o caso italiano. “O sistema não garante a disponibilidade contínua da anestesia em todos os centros de partos.”
Em outros países, a obsessão com o corpo tem um papel importante. Muitas mães que passam por partos normal sofrem cortes vaginais cirúrgicos, ou episiotomias, para facilitar o nascimento do bebê – uma prática que é fortemente questionada por quem defende o parto normal. “Algumas mulheres optam pela cesariana para preservar o aspecto ‘lua de mel da vagina’”, diz Temmerman.
A necessidade de se manter sexualmente atraente também é um forte motivo por trás do alto número de cesáreas em países da América Latina como México, República Dominicana, Chile e Argentina, afirma Diniz. Em países como os Estados Unidos, em que erros médicos podem levar a indenizações milionárias, o medo de ser responsabilizado legalmente caso algo saia errado com o parto normal faz com que médicos tendam para o parto cirúrgico.
CRENÇAS POPULARES
Já na China, a alta taxa de cesarianas desnecessárias ocorre porque mães buscam ter seus filhos em datas específicas, que, segundo crenças populares, poderão beneficiar os bebês. As famílias chinesas também costumam estar presentes durante o momento do parto. Então, a cesárea acaba sendo escolhida para planejar melhor o que se torna um evento social entre os parentes da gestante.

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